DEDICATÓRIA

 

Um Povo só é grande quando tem história.

A Póvoa tem uma bonita história:

a riqueza e a pureza do seu povo.

Este foi o blog que construí para divulgar a tenacidade,

a luta, a inteligência e a honestidade do meu pai.

Graças a Deus ainda está lucidamente activo e vivo!

A sua memória é fantástica.

Amo muito o meu pai e se poeta sou a ele o devo.

José Augusto Simões Faleceu com 94 anos,

nasceu em 20 de Maio de 1922 e faleceu a 17 de Agosto de 2016

Esta é a homenagem e o agradecimento

 que presto a tão grande homem.

Seu filho

Rogério Martins Simões

Quarta-feira, 1 de Junho de 2016

Ramos a minha família da Pampilhosa da Serra - Póvoa

RAMOS

A minha família, da Pampilhosa da Serra, do lugar da Póvoa.

 

Tendo por base o excelente trabalho do meu pai, José Augusto Simões, que nasceu no lugar da Póvoa em 1922; Considerando as novas tecnologias de informação que os utilizadores da internet têm à sua disposição, nomeadamente o acesso às bases de dado do site http://etombo.com, foi possível reconstruir com maior rigor a linha parental da família Ramos a que pertenço. Assim, embora da minha parte ainda não a possa dar como finda, apresento o trabalho iniciado por meu pai com algumas novidades.

Consegui localizar o registo de batismo do meu bisavô paterno, JOÃO ANTÓNIO que nasceu na Póvoa em 1794. João António era filho de JOÃO ANTÓNIO, natural do lugar de PESCANSECO do MEIO, casado com LUÍSA MARIA NUNES, natural da Póvoa. João António (filho) casou com a minha bisavó MARIA RAMOS. A minha bisavó Maria Ramos terá supostamente nascido no lugar de ALDEIA DO MEIO, filha de FRANCISCO RAMOS, natural da Aldeia do Meio e de ANA MARIA, natural da ALDEIA FUNDEIRA.

Desde sempre estranhei que o meu bisavô João António tivesse apenas dois filhos. Na verdade consegui descobrir mais 3 filhos, os abaixo identificados, passando de dois para cinco o que era normal à época.

Finalmente, como metodologia, passarei a colocar letras nos nomes das gerações mais antigas que descobrir. Assim darei a letra A) ao pai do meu bisavô João António, casado com Luísa Maria Nunes. Dado que consegui descobrir o registo de nascimento de João António (filho) foi possível identificar os nomes dos seus pais e avós.

Dado que o autor deste trabalho é meu pai, seguidamente, mantenho as relações de parentesco relacionadas com meu pai – José Augusto Simões.

Mais uma vez solicito aos descendentes desta linha dos Ramos da Póvoa, Moninho e da Aldeia do Meio para me ajudarem a preencher alguns espaços.

Meco, 15-08-2011 18:11:48

Rogério Martins Simões

 

Assim, passo a palavra ao meu querido pai:

A família do meu avô materno, Francisco António Ramos, era da Póvoa.

A minha avó materna, Antónia de Almeida, mãe de minha mãe, Maria da Ascensão Ramos, era da família Almeida de Moninho.

Moninho, terra querida, onde só 4 famílias não pertenciam à minha descendência.

De acordo com um testamento, cujo documento se encontra na posse do meu filho, os meus bisavôs, por parte de minha mãe, são João António e Maria Ramos.

João António era irmão de Joaquina Luiza, http://193.137.201.198/pesquisa/ODDisplay.aspx?move=next&DOId=3748&NodeID=_317637 com a profissão de “fiadeira” que nasceu na Póvoa em 1801 e era casada com Manuel Pedro e não tiveram filhos.

Parece-me, lendo aqueles documentos, que Maria Ramos, minha Bisavó, terá casado na Póvoa com o meu bisavô João António que era da Póvoa.

A verdade é que Joaquina Luiza deixou em testamento aos seus sobrinhos e meus avós, Francisco António Ramos e Antónia de Almeida, as propriedades que possuía, nomeadamente, uma terra de milho na chamada “Quebrada” e uma barroca com seis castanheiros e duas testadas, num lugar a que chamam “Vale da Maia”, adquiridas a Manuel Barata e sua mulher Joana Gonçalves.

 

 

  1. MANUEL ANTÓNIO, casado com LUÍSA DE ALMEIDA. (desconheço ainda as datas dos nascimentos)

 

  1. JOÃO ANTÓNIO, natural de PESCANSECO DO MEIO, casado com LUÍSA MARIA NUNES, da PÓVOA, pais de JOÃO ANTÓNIO, do lugar da Póvoa. (Luísa Maria Nunes, era filha de JOÃO DE ALMEIDA e de MARIA NUNES, da Póvoa).

http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657929

localizei 5 filhos:

B1 João António, nasceu na Póvoa em 1794 (VER C)

B2 António, nasceu 1797 na Póvoa

B3 Leonor, nasceu em 1798 na Póvoa

B4 Joaquina Luísa que nasceu em 1801 na Póvoa

B5 Manuel António, nasceu na Póvoa em 1804

 

  1. JOÃO ANTÓNIO, natural da Póvoa, filho de João António e de Luísa Maria Nunes, nasceu em 1794 na Póvoa, http://193.137.201.198/pesquisa/ODdisplay.aspx?DOId=3748&NodeID=_317582  casado com MARIA RAMOS, (FRANCISCO RAMOS, natural da Aldeia do Meio e casado com Ana Maria do local de Aldeia Fundeira, são os pais de Maria Ramos. ) e tiveram 5 filhos:

 

 

  1. Maria, que nasceu na Póvoa a 15/7/1828. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657774
  2. António de Almeida, que nasceu na Póvoa a 29/11/1830. Profissão sapateiro http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657815
    • Antónia, que nasceu em Moninho no dia 28/01/1867, registo 218, filho de António Almeida da Póvoa e de Maria Almeida de Moninho, Neto paterno de João António e Maria Ramos, da Póvoa, materno Manuel Lopes e Maria Almeida.

 

  • Francisco, que nasceu em Moninho no dia 18/02/1868, registo 261, filho de António Almeida da Póvoa e de Maria Almeida de Moninho, Neto paterno de João António e Maria Ramos, da Póvoa, materno Manuel Lopes e Maria Almeida.

 

  • João de Almeida, filho de António de Almeida e de Maria de Almeida, nasceu em Moninho em 1870, neto de paterno de João António, e Maria Ramos. Neto materno de Manuel Lopes e Maria de Almeida.
  1. Antónia, que nasceu na póvoa a 28/8/1833. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657854
  2. JOSÉ RAMOS, nasceu a 5/4/1835, casado com Antónia de Jesus. Os meus tios-avós (irmão do meu avô Francisco António Ramos) tiveram 4 filhos. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657882

 

  1. António Maria Ramos, casou com Maria da Trindade e teve 6 filhos:
    • José Maria Ramos nasceu a 5 de Junho de 1916 e faleceu a 7 de Abril de 1991;
    • Albano Lopes Ramos nasceu a 15/8/1919 e faleceu a 21/5/1986;
    • António Maria Ramos nasceu a 9/11/1921;
    • Eduardo Ramos nasceu a 12/10/1924;
    • Alberto Ramos nasceu a 7/4/1933;
    • Maria dos Anjos Ramos nasceu a 25/11/1935
  2. José Maria Ramos casou em Pescanseco e teve 5 filhos;
    • Manuel Ramos;
    • José Ramos;
    • Joaquim Ramos;
  3. Bernardina de Jesus Ramos, nasceu na Póvoa a 5/12/1873 casou com José Gonçalves e tiveram 3 filhos: http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=3761&FileID=318374
    • Maria Gonçalves nasceu em 1907;
    • Manuel Gonçalves nasceu em 1910;
    • Maria da Encarnação Gonçalves nasceu em 1912.
  4. Maria de Jesus Ramos, casou na Ribeira de Praçais e teve 5 filhos:
    • José Ramos;
    • Eduardo Ramos;
    • Francisco Ramos;
    • António Ramos;
    • Amália Ramos.
  5. Antónia Ramos (Tonita do Vale) não deixou descendentes. Nasceu na Póvoa a 19/1/1886 http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=3761&FileID=318441

 

  1. FRANCISCO ANTÓNIO RAMOS, nasceu na Póvoa a 24/2/1839. Filho de João António da Póvoa e Maria Ramos da Aldeia Fundeira. Neto paterno de João António, natural de Pescanseco do Meio, e Luísa Nunes da Póvoa. Neto materno de Francisco Ramos da Aldeia do Meio e Ana Maria de Aldeia Fundeira http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657929 e casada com ANTÓNIA GONÇALVES DE ALMEIDA, nasceu em Moninho a 1/6/1836. Filha de João Rodrigues e Maria de Almeida de Moninho. Neta paterna de Custódio Rodrigues, de Pessegueiro de Baixo e Maria Henriques, do Coelhal. Neta materna de Francisco de Almeida, natural da Moninho e Josefa Gonçalves, natural das Moradias.

http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657895

(Os meus avós) tiveram 3 filhos:

 

 

  • JOSÉ RAMOS DE ALMEIDA, meu tio, que nasceu em 17/9/1877 e faleceu em 6/6/1966. Era casado com Palmira da Conceição, que nasceu na Póvoa em 1894 e tiveram 4 filhos:
    • José Augusto Ramos de Almeida nasceu em 14/10/1917;
    • Maria dos Anjos Ramos nasceu a 1/7/1921;
    • Laura Ramos (Laurita) nasceu 11/8/1922;
    • Eduardo Ramos de Almeida nasceu em 11/12/1930.
  • MARIA DA ASCENSÃO RAMOS, minha mãe, que nasceu em 6 de Janeiro de 1882 e faleceu em 12 de Março de 1938. http://193.137.201.198/pesquisa//ImageFullScreen.aspx?DOId=11907&FileID=658224 Avós maternos: JOÃO RODRIGUES E MARIA GONÇALVES DE ALMEIDA. Casou com meu pai ANTÓNIO ANTUNES SIMÕES que nasceu a 24/03/1880 e do seu casamento tiveram 5 filhos:
    • Maria da Nazaré Simões, nascida a 21 de Abril de 1913 e faleceu a 22 de Janeiro de 1975;
    • José Maria Simões, nasceu em 1915 e faleceu em 1920;
    • Laura da Conceição Simões nasceu em 1917 e faleceu nesse ano com 7 meses;
    • Laura da Conceição Simões nasceu a 4 de Dezembro de 1919 e faleceu em 25 de Abril de 1997;
    • José Augusto Simões nasceu em 20 de Maio às 5,30 da manhã, mas, por engano, estou registado como tendo nascido em 19 de Maio de 1922.

 

Em memória da minha mãe Maria Ascensão Ramos

 

José Augusto Simões

2004-02-23

Atualizado em 15-08-2011 18:19:37

 

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Domingo, 25 de Setembro de 2011

RAMOS - a minha família

RAMOS

A minha família, da Pampilhosa da Serra, do lugar da Póvoa.

 

Tendo por base o excelente trabalho do meu pai, José Augusto Simões, que nasceu no lugar da Póvoa em 1922; Considerando as novas tecnologias de informação que os utilizadores da internet têm à sua disposição, nomeadamente o acesso às bases de dado do site http://etombo.com, foi possível reconstruir com maior rigor a linha parental da família Ramos a que pertenço. Assim, embora da minha parte ainda não a possa dar como finda, apresento o trabalho iniciado por meu pai com algumas novidades.

Consegui localizar o registo de batismo do meu bisavô paterno, JOÃO ANTÓNIO que nasceu na Póvoa em 1794. João António era filho de JOÃO ANTÓNIO, natural do lugar de PESCANSECO do MEIO, casado com LUÍSA MARIA NUNES, natural da Póvoa. João António (filho) casou com a minha bisavó MARIA RAMOS. A minha bisavó Maria Ramos terá supostamente nascido no lugar de ALDEIA DO MEIO, filha de FRANCISCO RAMOS, natural da Aldeia do Meio e de ANA MARIA, natural da ALDEIA FUNDEIRA.

Desde sempre estranhei que o meu bisavô João António tivesse apenas dois filhos. Na verdade consegui descobrir mais 3 filhos, os abaixo identificados, passando de dois para cinco o que era normal à época.

Finalmente, como metodologia, passarei a colocar letras nos nomes das gerações mais antigas que descobrir. Assim darei a letra A) ao pai do meu bisavô João António, casado com Luísa Maria Nunes. Dado que consegui descobrir o registo de nascimento de João António (filho) foi possível identificar os nomes dos seus pais e avós.

Dado que o autor deste trabalho é meu pai, seguidamente, mantenho as relações de parentesco relacionadas com meu pai – José Augusto Simões.

Mais uma vez solicito aos descendentes desta linha dos Ramos da Póvoa, Moninho e da Aldeia do Meio para me ajudarem a preencher alguns espaços.

Meco, 15-08-2011 18:11:48

Rogério Martins Simões

Assim, passo a palavra ao meu querido pai:

A família do meu avô materno, Francisco António Ramos, era da Póvoa.

A minha avó materna, Antónia de Almeida, mãe de minha mãe, Maria da Ascensão Ramos, era da família Almeida de Moninho.

Moninho, terra querida, onde só 4 famílias não pertenciam à minha descendência.

De acordo com um testamento, cujo documento se encontra na posse do meu filho, os meus bisavôs, por parte de minha mãe, são João António e Maria Ramos.

João António era irmão de Joaquina Luiza, http://193.137.201.198/pesquisa/ODDisplay.aspx?move=next&DOId=3748&NodeID=_317637 com a profissão de “fiadeira” que nasceu na Póvoa em 1801 e era casada com Manuel Pedro e não tiveram filhos.

Parece-me, lendo aqueles documentos, que Maria Ramos, minha Bisavó, terá casado na Póvoa com o meu bisavô João António que era da Póvoa.

A verdade é que Joaquina Luiza deixou em testamento aos seus sobrinhos e meus avós, Francisco António Ramos e Antónia de Almeida, as propriedades que possuía, nomeadamente, uma terra de milho na chamada “Quebrada” e uma barroca com seis castanheiros e duas testadas, num lugar a que chamam “Vale da Maia”, adquiridas a Manuel Barata e sua mulher Joana Gonçalves.

 

 

  1. A.    MANUEL ANTÓNIO, casado com LUÍSA DE ALMEIDA. (desconheço ainda as datas dos nascimentos)

 

  1. JOÃO ANTÓNIO, natural de PESCANSECO DO MEIO, casado com LUÍSA MARIA NUNES, da PÓVOA, pais de JOÃO ANTÓNIO, do lugar da Póvoa. (Luísa Maria Nunes, era filha de JOÃO DE ALMEIDA e de MARIA NUNES, da Póvoa).

http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657929

 

  1. JOÃO ANTÓNIO, natural da Póvoa, filho de João António e de Luísa Maria Nunes, nasceu em 1794 na Póvoa, http://193.137.201.198/pesquisa/ODdisplay.aspx?DOId=3748&NodeID=_317582  casado com MARIA RAMOS, (FRANCISCO RAMOS, natural da Aldeia do Meio e casado com Ana Maria do local de Aldeia Fundeira, são os pais de Maria Ramos. ) e tiveram 5 filhos:

 

 

1)      Maria, que nasceu na Póvoa a 15/7/1828. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657774

2)      António de Almeida, que nasceu na Póvoa a 29/11/1830. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657815

3)      Antónia, que nasceu na póvoa a 28/8/1833. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657854

4)      JOSÉ RAMOS, nasceu a 5/4/1835, casado com Antónia de Jesus. Os meus tios-avós (irmão do meu avô Francisco António Ramos) tiveram 4 filhos. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657882

 

  1. António Maria Ramos, casou com Maria da Trindade e teve 6 filhos:

1.1.   José Maria Ramos nasceu a 5 de Junho de 1916 e faleceu a 7 de Abril de 1991;

1.2.   Albano Lopes Ramos nasceu a 15/8/1919 e faleceu a 21/5/1986;

1.3.    António Maria Ramos nasceu a 9/11/1921;

1.4.   Eduardo Ramos nasceu a 12/10/1924;

1.5.   Alberto Ramos nasceu a 7/4/1933;

1.6.   Maria dos Anjos Ramos nasceu a 25/11/1935

  1. José Maria Ramos casou em Pescanseco e teve 5 filhos;

2.1.   Manuel Ramos;

2.2.   José Ramos;

2.3.   Joaquim Ramos;

  1. Bernardina de Jesus Ramos, nasceu na Póvoa a 5/12/1873 casou com José Gonçalves e tiveram 3 filhos: http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=3761&FileID=318374

3.1.   Maria Gonçalves nasceu em 1907;

3.2.   Manuel Gonçalves nasceu em 1910;

3.3.   Maria da Encarnação Gonçalves nasceu em 1912.

  1. Maria de Jesus Ramos, casou na Ribeira de Praçais e teve 5 filhos:

4.1.   José Ramos;

4.2.   Eduardo Ramos;

4.3.   Francisco Ramos;

4.4.   António Ramos;

4.5.   Amália Ramos.

  1. Antónia Ramos (Tonita do Vale) não deixou descendentes. Nasceu na Póvoa a 19/1/1886 http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=3761&FileID=318441 

 

5)      FRANCISCO ANTÓNIO RAMOS, nasceu na Póvoa a 24/2/1839. Filho de João António da Póvoa e Maria Ramos da Aldeia Fundeira. Neto paterno de João António, natural de Pescanseco do Meio, e Luísa Nunes da Póvoa. Neto materno de Francisco Ramos da Aldeia do Meio e Ana Maria de Aldeia Fundeira http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657929  e casada com ANTÓNIA GONÇALVES DE ALMEIDA, nasceu em Moninho a 1/6/1836. Filha de João Rodrigues e Maria de Almeida de Moninho. Neta paterna de Custódio Rodrigues, de Pessegueiro de Baixo e Maria Henriques, do Coelhal. Neta materna de Francisco de Almeida, natural da Moninho e Josefa Gonçalves, natural das Moradias.

http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=11906&FileID=657895

(Os meus avós) tiveram 3 filhos:

 

  1. ANTÓNIO RAMOS DE ALMEIDA, meu tio, que nasceu 9 de agosto de 1875, e faleceu no ano de 1937. Casou com Maria da Conceição, natural de Porto de Castanheira, Freguesia de Teixeira – Arganil. Não deixaram descendentes. http://193.137.201.198/pesquisa/ImageFullScreen.aspx?DOId=3761&FileID=318423

 

  1. JOSÉ RAMOS DE ALMEIDA, meu tio, que nasceu em 17/9/1877 e faleceu em 6/6/1966. Era casado com Palmira da Conceição, que nasceu na Póvoa em 1894  e tiveram 4 filhos:

2.1.   José Augusto Ramos de Almeida nasceu em 14/10/1917;

2.2.   Maria dos Anjos Ramos nasceu a 1/7/1921;

2.3.   Laura Ramos (Laurita) nasceu 11/8/1922;

2.4.   Eduardo Ramos de Almeida nasceu em 11/12/1930.

  1. MARIA DA ASCENSÃO RAMOS, minha mãe, que nasceu em 6 de Janeiro de 1882 e faleceu em 12 de Março de 1938. http://193.137.201.198/pesquisa//ImageFullScreen.aspx?DOId=11907&FileID=658224 Avós maternos: JOÃO RODRIGUES E MARIA GONÇALVES DE ALMEIDA. Casou com meu pai ANTÓNIO ANTUNES SIMÕES que nasceu a 24/03/1880 e do seu casamento tiveram 5 filhos:

3.1.   Maria da Nazaré Simões, nascida a 21 de Abril de 1913 e faleceu a 22 de Janeiro de 1975;

3.2.   José Maria Simões, nasceu em 1915 e faleceu em 1920;

3.3.   Laura da Conceição Simões nasceu em 1917 e faleceu nesse ano com 7 meses;

3.4.   Laura da Conceição Simões nasceu a 4 de Dezembro de 1919 e faleceu em 25 de Abril de 1997;

3.5.   José Augusto Simões nasceu em 20 de Maio às 5,30 da manhã, mas, por engano, estou registado como tendo nascido em 19 de Maio de 1922.

 

Em memória da minha mãe Maria Ascensão Ramos

 

José Augusto Simões

2004-02-23

Atualizado em 15-08-2011 18:19:37

 

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Terça-feira, 26 de Julho de 2011

RAMOS a minha família

(foto Padre Pedro)

 

RAMOS

A minha família

 

A família do meu avô materno, Francisco António Ramos, era da Póvoa.

A minha avó materna, Antónia de Almeida, mãe de minha mãe, Maria da Ascenção Ramos, era da família Almeida de Moniho.

Moninho, terra querida, onde só 4 famílias não pertenciam à minha descendência.

De acordo com um testamento, cujo documento se encontra na posse do meu filho, os meus bisavôs, por parte de minha mãe, são João António e Maria Ramos.

João António era irmão de Joaquina Luiza, com a profissão de fiadeira que nasceu na Póvoa em 1809 e era casada com Manuel Pedro e não tiveram filhos.

Parece-me, lendo aqueles documentos, que Maria Ramos, minha Bisavó, terá casado na Póvoa com o meu bisavô João António que era da Póvoa.

A verdade é que Joaquina Luiza deixou em testamento aos seus sobrinhos e meus avós, Francisco António Ramos e Antónia de Almeida, as propriedades que possuía, nomeadamente, uma terra de milho na chamada “Quebrada” e uma barroca com seis castanheiros e duas testadas, num lugar a que chamam “Vale da Maia”, adquiridas a Manuel Barata e sua mulher Joana Gonçalves.

 

António Ramos, meu tio-avô (irmão do meu avô Francisco António Ramos) teve 4 filhos.

1.     António Maria Ramos, casou com Maria da Trindade e teve 6 filhos:

1.1.          José Maria Ramos nasceu a 5 de Junho de 1916 e faleceu a 7 de Abril de 1991;

1.2.          Albano Lopes Ramos nasceu a 15/8/1919 e faleceu a 21/5/1986;

1.3.           António Maria Ramos nasceu a 9/11/1921;

1.4.          Eduardo Ramos nasceu a 12/10/1924;

1.5.          Alberto Ramos nasceu a 7/4/1933;

1.6.          Maria dos Anjos Ramos nasceu a 25/11/1935

2.     José Maria Ramos casou em Pescanseco e teve 5 filhos;

2.1.          Manuel Ramos;

2.2.          José Ramos;

2.3.          Joaquim Ramos;

3.     Bernardina de Jesus Ramos casou com José Gonçalves e tiveram 3 filhos:

3.1.          Maria Gonçalves nasceu em 1907;

3.2.          Manuel Gonçalves nasceu em 1910;

3.3.          Maria da Encarnação Gonçalves nasceu em 1912.

4.     Maria de Jesus Ramos, casou na Ribeira de Praçais e teve 5 filhos:

4.1.          José Ramos;

4.2.          Eduardo Ramos;

4.3.          Francisco Ramos;

4.4.          António Ramos;

4.5.          Amália Ramos.

5.     Antónia Ramos (Tonita do Vale) não deixou descendentes.

 

Os meus avós, Francisco António Ramos, e Antónia de Almeida tiveram 3 filhos:

1.     António Ramos de Almeida, meu tio, que nasceu no ano de 1875 e faleceu no ano de 1937. Casou com Maria da Conceição, natural de Porto de Castanheira, Freguesia de Teixeira - Arganil. Não deixaram descendentes.

2.     José Ramos de Almeida, meu tio, que nasceu em 17/9/1877 e faleceu em 6/6/1966. Era casado com Palmira da Conceição e tiveram 4 filhos:

2.1.          José Augusto Ramos de Almeida nasceu em 14/10/1917;

2.2.          Maria dos Anjos Ramos nasceu a 1/7/1921;

2.3.          Laura Ramos (Laurita) nasceu 11/8/1922;

2.4.          Eduardo Ramos de Almeida nasceu em 11/12/1930.

3.     Maria da Ascensão Ramos, minha mãe, que nasceu em 6 de Janeiro de 1882 e faleceu em 12 de Março de 1938. Casou com meu pai António Antunes Simões que do seu casamento tiveram 5 filhos:

3.1.          Maria da Nazaré Simões, nascida a 21 de Abril de 1913 e faleceu a 22 de Janeiro de 1975;

3.2.          José Maria Simões, nasceu em 1915 e faleceu em 1920;

3.3.          Laura da Conceição Simões nasceu em 1917 e faleceu nesse ano com 7 meses;

3.4.          Laura da Conceição Simões nasceu a 4 de Dezembro de 1919 e faleceu em 25 de Abril de 1997;

3.5.          José Augusto Simões nasceu em 20 de Maio às 5,30 da manhã, mas, por engano, estou registado como tendo nascido em 19 de Maio de 1922.

 

Em memória da minha mãe Maria Ascenção Ramos

 

José Augusto Simões

2004-02-23

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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

Sonhos loucos...

 

(José Augusto Simões, Rogério Martins Simões, e Isabel Martins Assunção)

 

SONHOS LOUCOS...

José Augusto Simões

 

Quando eu saí da escola

Comecei a ficar obcecado;

Não queria ficar na aldeia

Só para ser pastor de gado.

 

A agricultura não dava,

Era o que na aldeia existia.

Para procurar outra sorte

Só na sede de freguesia.

 

Um dia, de manhã cedo,

De muito frio, e nevoeiro,

Segui por reles caminhos,

Fui parar a Pessegueiro.

 

Ao chegar a Pessegueiro

Estava lá tudo vazio,

Não parou aí a sorte,

Caminhou para o Machio.

 

Quando cheguei ao Machio,

Procurei-a numa eira,

Ela, aí, não quis parar:

Voou para a Amoreira.

 

Caminhei para a Amoreira

Só encontrei uma rosa,

A sorte não ficou por lá:

Seguiu para a Pampilhosa.

 

 

Não gostou da Pampilhosa

Mas, deixou lá um letreiro:

-“Não vi ninguém na rua,

Caminhei para Janeiro.”

 

Fui procurá-la a Janeiro:

Lindas casas muito belas.

Era quase Fevereiro…

Quando cheguei a Dornelas.

 

Quando entrei em Dornelas

Logo me perdi num quelho

Aí recebi um recado:

-Fui para Unhais-o-Velho.

 

Segui p´ra Unhais-o-Velho,

Procurei-a num passal,

Nem sequer por ali passou,

Foi direitinha ao Vidual.

 

Segui para o Vidual

Uma senhora disse então:

- Menino não me leve a mal;

Foi para a Vila de Feijão.

 

Conhecendo eu bem Feijão,

Gente hospitaleira e gentil,

Todos conheciam a sorte,

Era natural do Cabril.

 

Depressa cheguei ao Cabril,

Estava à porta sentada,

Logo se deitou na cama

De correr estava cansada.

 

Eu corri todo o concelho.

No Cabril perdi a esperança.

Quando olhei para o meu corpo

Era uma pequena criança.

 

Uma senhora me disse:

- Menino não corras à toa!

-Se queres procurar a sorte

Tens de ir para Lisboa.

 

Era uma senhora de idade,

Aceitei o seu conselho,

Ainda estou a ver a velhinha,

Em frente do meu espelho.

 

Nunca encontrei a sorte,

Quando eu precisava dela,

Agora que estou velhinho,

Já posso passar sem ela.

 

Lisboa, 5 de Junho de 2010

publicado por poetaromasi às 00:34
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

BEIRA SERRA

 

 20 de Maio de 2008

 

Pai parabéns hoje é o dia do seu aniversário!

Como vê fiquei acordado até tarde para passar a limpo e publicar o seu último poema neste dia em que faz 86 anos de idade.

 

Todo feliz, aí, na sua Póvoa, na sua Pampilhosa da Serra! Com que então veados e gazelas?

 

Feliz aniversário meu querido pai e que a vossa presença, meus pais, continue a encantar as nossas vidas.

O seu filho mais velho

Rogério Martins Simões

 

 

 

 

 

 

BEIRA SERRA

 

José Augusto Simões

 

Conheço a Beira Serra

É bonita não é feia

Montanha, montes e vales

Muita terra e pouca areia.

 

Os matos dos seus terrenos

Cheios de encanto e beleza

Todos ali foram criados

Pelo poder da natureza

 

Falando da sua existência

Não é uma palavra em vã

Toda a Beira Serra começa

Na linda vila da Lousã

 

Chegando ao Vilarinho

Começa a subir e não erra

Três Concelhos se juntam

Góis, Arganil e Pampilhosa da Serra.

 

Três serras bem conhecidas

Fazem a Beira mais bela

Serra da Lousã e do Açor

E a linda serra da Amarela

 

Havia tantas aldeias

Dispersas por todas as serras

Todas tinham muita gente

Cultivando as suas terras

 

Era tudo gente pobre

Todos mudaram de ideias

Pensaram mudar de vida

Abandonaram as aldeias

 

Era gente de trabalho

Conseguiram uma vida boa

Emigraram para o estrangeiro

A maior parte para Lisboa

 

As aldeias abandonadas

Ruas estreitas e vielas

São agora habitadas

Por veados e gazelas

 

Pudera voltar a subir

Do Vilarinho ao Trevim

Vendo esses frescos matos

E a flor do alecrim

 

Pudesse descer outros caminhos

Com alegria e saudade

Iria fazer a última visita

À Senhora da Piedade.

 

Maio de 2008

 

 

publicado por poetaromasi às 23:11
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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

José Augusto Simões

PAI.jpg

 (José Augusto Simões)

MEU PAI

 

José Augusto Simões, nasceu em 20 de Maio de 1922, no lugar da Póvoa - Pampilhosa da Serra.

Filho de Maria da Ascenção Ramos, (1882 - 1938) e de António Antunes Simões (1881 - 1934).

Descende das famílias Simões e Henriques da Pampilhosa da Serra; dos Antunes e Ramos da Póvoa e dos Almeidas de Moninho. Teve duas irmãs, Maria da Nazaré Simões, empregada nos Hospitais Civis de Lisboa - Hospital de Arroios e Laura da Conceição Simões.

Foi um aluno brilhante na escola da Pampilhosa da Serra onde ganhou diversos prémios escolares: o 1º prémio escolar de 60$00, na passagem da 2ª para a 3ª classe, tendo obtido a nota final de 18 valores e o 1º prémio escolar, também, os 60$00, na passagem da 3ª para a 4ª classe, tendo obtido como nota final 19 valores.

Ingressou na 1ª classe em 1930 que concluiu em 1931. Concluiu a 2º grupo em 1932; a 2ª classe em 1933; a 3ª classe em 1934 e terminou os seus estudos primários, a 4ª classe, em 1935 com a nota final “brilhante com distinção”.

Da 1ª à 3ªclasse foi ensinado pelo Professor Anselmo Ferreira e na 4ª classe pelo Professor Gil.

Apenas pôde concluir a 4ª Classe, porque as vicissitudes da vida o impediram de prosseguir os seus estudos.

O seu maior trauma da infância foi a morte prematura do seu pai e a doença e morte de sua mãe, que, aliado à falta de recursos, tão normal nessa época, o impediu de realizar o seu sonho: “concluir um curso superior”.

Ficou órfão de pai aos 12 anos e de mãe aos 15 anos de idade, tendo migrado para Lisboa onde trabalhou, desde muito cedo, como caixeiro de mercearia até à data em que foi incorporado no serviço militar.

Trabalhou, depois, como “caixeiro-viajante” tendo conhecido todo o país ao serviço da firma “Francisco Simões” que comercializava sacos, batatas e outros legumes.

Em 21 de Abril de 1948, fundou, com seu tio Jaime Rodrigues, natural do Pessegueiro, uma pequena empresa de sacos usados, a firma Jaime Rodrigues & Simões, Lda., que foi a base de sustentação de toda a família, bem como de muitos parentes, amigos e conhecidos.

A sua “sacaria”, na Calçada do Forte em Lisboa, foi sempre ponto de encontro e de reunião entre os conterrâneos e amigos.

Esteve na reorganização da Comissão de Melhoramentos da Póvoa onde foi 1º Secretário nos anos de 1949 a 1950.

Casou com Isabel Martins de Assunção, natural da Malhada, Colmeal, prima direita do actual Presidente do Tribunal Constitucional, Luís Manuel Nunes de Almeida.

Do seu casamento nasceram 5 filhos. As duas filhas faleceram precocemente e estão vivos os restantes filhos do sexo masculino.

Acolheu na sua pequena casa de Lisboa, na Rua do Mirante, parentes ou simplesmente conhecidos. Recordo-me de meus pais cederem a sua cama aos familiares e de terem dormido, em cima de sacos, no seu estabelecimento comercial.

É um homem com um “H” muito grande, dotado de uma memória prodigiosa colocando a honra e a honestidade no cimo do seu pedestal.

Foi brilhante na matemática e em outras ciências tais como a Geografia, as Ciências Naturais, a História e a Aritmética. A sua letra era muito bonita e por isso era o “miúdo” que escrevia e lia as cartas aos seus conterrâneos.

Mas a sua memória não é passiva.

José Augusto Simões sabe de cor as datas de nascimento e da morte de quase todos os seus familiares, amigos e conhecidos, bem como, as datas dos factos mais importantes da sua e da nossa vida  passada e actual. Sabe de cor os nomes de todos os ossos do corpo humano, rios e estradas de Portugal. Desculpem, meu pai é simplesmente brilhante.

Conseguiu passar para o papel, reconstituindo, a árvore genealógica de quase toda a sua ascendência: Simões, Ramos e Antunes (esta desde 1822).

Parte desta reconstituição familiar foi-lhe transmitida, oralmente, por sua mãe Maria Ramos (ti Mariquitas da Póvoa) e conservada na memória do meu pai até à data.

Foi sempre um grande comunicador. Lembro-me de o ouvir contar histórias de fantasiar e de encantar que tanto preencheu o imaginário da minha infância.

Escreveu poesia, pois li alguns dos seus poemas, que expressam bem as amarguras da vida, as coisas boas e simples e o seu amor pelo próximo.

Para que perdurem as lembranças da sua brilhante memória, que podem contribuir para escrever ou rescrever a vida difícil de um povo implantado na Beira Serra, vou trazer alguns artigos que escreveu e continuarei a incentivar para que escreva, pois neles se encontram alusões, menções a pessoas e factos, que fazem a história de uma aldeia a Póvoa da Pampilhosa da Serra e das suas gentes.

Homenagem do seu filho

Rogério Simões

2004 

publicado por poetaromasi às 00:00
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Todos os poemas escritos e publicados neste blog

da autoria de Rogério Martins Simões,

ou sob pseudónimo, ROMASI,

estão devidamente protegidos pelos direitos de autor.

(Registados no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)






Memórias e poesia de um Beirão

nascido em Maio de 1922.

.Poesia e muita sabedoria de um poeta serrano com 91 anos



Obrigado pela visita ao blog do meu pai,

homem notável, impedido de estudar

por ter ficado órfão de pai e mãe aos 14 anos.

A sua memória é notável

sabe de tudo

é uma casa cheia!

Viva a poesia.

e se a vida não nos conhecer

porque nos esqueceu,

lembremos à vida que existimos e vivemos.

Obriga meu querido pai

por me ter ensinado

a escrever poesia

Seu filho, vosso filho

Rogério Martins Simões



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