DEDICATÓRIA

 

Um Povo só é grande quando tem história.

A Póvoa tem uma bonita história:

a riqueza e a pureza do seu povo.

Este foi o blog que construí para divulgar a tenacidade,

a luta, a inteligência e a honestidade do meu pai.

Graças a Deus ainda está lucidamente activo e vivo!

A sua memória é fantástica.

Amo muito o meu pai e se poeta sou a ele o devo.

José Augusto Simões Faleceu com 94 anos,

nasceu em 20 de Maio de 1922 e faleceu a 17 de Agosto de 2016

Esta é a homenagem e o agradecimento

 que presto a tão grande homem.

Seu filho

Rogério Martins Simões

Terça-feira, 26 de Julho de 2011

RAMOS a minha família

(foto Padre Pedro)

 

RAMOS

A minha família

 

A família do meu avô materno, Francisco António Ramos, era da Póvoa.

A minha avó materna, Antónia de Almeida, mãe de minha mãe, Maria da Ascenção Ramos, era da família Almeida de Moniho.

Moninho, terra querida, onde só 4 famílias não pertenciam à minha descendência.

De acordo com um testamento, cujo documento se encontra na posse do meu filho, os meus bisavôs, por parte de minha mãe, são João António e Maria Ramos.

João António era irmão de Joaquina Luiza, com a profissão de fiadeira que nasceu na Póvoa em 1809 e era casada com Manuel Pedro e não tiveram filhos.

Parece-me, lendo aqueles documentos, que Maria Ramos, minha Bisavó, terá casado na Póvoa com o meu bisavô João António que era da Póvoa.

A verdade é que Joaquina Luiza deixou em testamento aos seus sobrinhos e meus avós, Francisco António Ramos e Antónia de Almeida, as propriedades que possuía, nomeadamente, uma terra de milho na chamada “Quebrada” e uma barroca com seis castanheiros e duas testadas, num lugar a que chamam “Vale da Maia”, adquiridas a Manuel Barata e sua mulher Joana Gonçalves.

 

António Ramos, meu tio-avô (irmão do meu avô Francisco António Ramos) teve 4 filhos.

1.     António Maria Ramos, casou com Maria da Trindade e teve 6 filhos:

1.1.          José Maria Ramos nasceu a 5 de Junho de 1916 e faleceu a 7 de Abril de 1991;

1.2.          Albano Lopes Ramos nasceu a 15/8/1919 e faleceu a 21/5/1986;

1.3.           António Maria Ramos nasceu a 9/11/1921;

1.4.          Eduardo Ramos nasceu a 12/10/1924;

1.5.          Alberto Ramos nasceu a 7/4/1933;

1.6.          Maria dos Anjos Ramos nasceu a 25/11/1935

2.     José Maria Ramos casou em Pescanseco e teve 5 filhos;

2.1.          Manuel Ramos;

2.2.          José Ramos;

2.3.          Joaquim Ramos;

3.     Bernardina de Jesus Ramos casou com José Gonçalves e tiveram 3 filhos:

3.1.          Maria Gonçalves nasceu em 1907;

3.2.          Manuel Gonçalves nasceu em 1910;

3.3.          Maria da Encarnação Gonçalves nasceu em 1912.

4.     Maria de Jesus Ramos, casou na Ribeira de Praçais e teve 5 filhos:

4.1.          José Ramos;

4.2.          Eduardo Ramos;

4.3.          Francisco Ramos;

4.4.          António Ramos;

4.5.          Amália Ramos.

5.     Antónia Ramos (Tonita do Vale) não deixou descendentes.

 

Os meus avós, Francisco António Ramos, e Antónia de Almeida tiveram 3 filhos:

1.     António Ramos de Almeida, meu tio, que nasceu no ano de 1875 e faleceu no ano de 1937. Casou com Maria da Conceição, natural de Porto de Castanheira, Freguesia de Teixeira - Arganil. Não deixaram descendentes.

2.     José Ramos de Almeida, meu tio, que nasceu em 17/9/1877 e faleceu em 6/6/1966. Era casado com Palmira da Conceição e tiveram 4 filhos:

2.1.          José Augusto Ramos de Almeida nasceu em 14/10/1917;

2.2.          Maria dos Anjos Ramos nasceu a 1/7/1921;

2.3.          Laura Ramos (Laurita) nasceu 11/8/1922;

2.4.          Eduardo Ramos de Almeida nasceu em 11/12/1930.

3.     Maria da Ascensão Ramos, minha mãe, que nasceu em 6 de Janeiro de 1882 e faleceu em 12 de Março de 1938. Casou com meu pai António Antunes Simões que do seu casamento tiveram 5 filhos:

3.1.          Maria da Nazaré Simões, nascida a 21 de Abril de 1913 e faleceu a 22 de Janeiro de 1975;

3.2.          José Maria Simões, nasceu em 1915 e faleceu em 1920;

3.3.          Laura da Conceição Simões nasceu em 1917 e faleceu nesse ano com 7 meses;

3.4.          Laura da Conceição Simões nasceu a 4 de Dezembro de 1919 e faleceu em 25 de Abril de 1997;

3.5.          José Augusto Simões nasceu em 20 de Maio às 5,30 da manhã, mas, por engano, estou registado como tendo nascido em 19 de Maio de 1922.

 

Em memória da minha mãe Maria Ascenção Ramos

 

José Augusto Simões

2004-02-23

publicado por poetaromasi às 20:03
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4 comentários:
De Pedro Almeida a 26 de Maio de 2010 às 12:22
Olá e um grande abraço a toda essa gente genuína da Povoa.
Foi com uma enorme alegria que li com atenção o post , e ainda hoje, volvidos 3 anos de uma profunda saudade, tristeza e revolta ainda pela perda de um entre querido meu, de seu nome Eduardo Almeida.
Jamais conseguirei ser 1/3 do grande homem que foi até no momento mais difícil da sua vida que foi a sua derradeira luta, e essa foi uma lição que me seguira até aos meus últimos dias.
Queria agradecer por este post quem de direito, e pedir desculpa por só agora o ter visto e por acaso, pois pela memoria do meu Pai, chamais irei esquecer tão bela terra, PÓVOA
Acabo com estas palavras:
PAI foste mesmo único , mesmo único , obrigado por tudo.
Pedro Almeida
De allungare il pene a 8 de Junho de 2010 às 09:23
Parabéns pelas palavras, muito emocionante. a escrita é um meio de libertação da alma
De feromoni a 4 de Agosto de 2010 às 16:25
Olá, estou a estudar Português e eu aconteceram em seu blog que bom!
De Carlos Ramos de Almeida a 26 de Outubro de 2010 às 01:15
Rogerio,

Encontrei este blog por acaso. A tecnologia, na verdade, não tem distancia e faz-nos reencontrar com o passado, quando menos esperamos.
Eu não esperava encontrar a historia tão detalhada da parte dos meus antecessores, e eis que vejo algo com o qual eu me questionava, há já algum tempo. Agradeço o tempo que dispôs na investigação sobre quem eram os nossos avos e bisavós . O meu pai, Eduardo Ramos de Almeida, nascido a 11 de Dezembro de 1930, era como meu irmão Pedro Almeida mencionou acima, um homem extraordinário. Dentro da sua geração , e limitado pelas contrariedades da vida, teve sempre uma forca tal, que eu e o meu irmão jamais podemos esquecer. Fez-nos homens de sensibilidade e preparou-nos dentro do melhor espírito de dignidade e honestidade que são valores que nos tentaremos transmitir aos nossos filhos. Gostaria de escrever mais palavras sobre o que eu meu Pai foi e o que representou. Mas, infelizmente, não há vocabulário suficiente para o descrever com mais exactidão. Sinto muito a sua falta, e por muito que eu o disfarce, esse e o meu profundo sentimento. Estou certo que o meu irmão concordara comigo e com estas minhas palavras. Não obstante a tristeza, há lugar para alegria. Uma alegria, por afinal, saber que o meu Pai foi um homem gigante de valores e de dedicação a vida e aos filhos. Uma alegria serena mas forte, que nos conforta para qualquer parte onde nos encontremos. E essa alegria e grande sentimento que levo sempre comigo, em sua memoria. Mesmo longe, a viver nos EUA, a sua presença e constante. Jamais desaparecera.
Obrigado pelo Post e bem haja.

Carlos Ramos de Almeida

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Todos os poemas escritos e publicados neste blog

da autoria de Rogério Martins Simões,

ou sob pseudónimo, ROMASI,

estão devidamente protegidos pelos direitos de autor.

(Registados no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)






Memórias e poesia de um Beirão

nascido em Maio de 1922.

.Poesia e muita sabedoria de um poeta serrano com 91 anos



Obrigado pela visita ao blog do meu pai,

homem notável, impedido de estudar

por ter ficado órfão de pai e mãe aos 14 anos.

A sua memória é notável

sabe de tudo

é uma casa cheia!

Viva a poesia.

e se a vida não nos conhecer

porque nos esqueceu,

lembremos à vida que existimos e vivemos.

Obriga meu querido pai

por me ter ensinado

a escrever poesia

Seu filho, vosso filho

Rogério Martins Simões



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