DEDICATÓRIA

 

Um Povo só é grande quando tem história.

A Póvoa tem uma bonita história:

a riqueza e a pureza do seu povo.

Este foi o blog que construí para divulgar a tenacidade,

a luta, a inteligência e a honestidade do meu pai.

Graças a Deus ainda está lucidamente activo e vivo!

A sua memória é fantástica.

Amo muito o meu pai e se poeta sou a ele o devo.

José Augusto Simões Faleceu com 94 anos,

nasceu em 20 de Maio de 1922 e faleceu a 17 de Agosto de 2016

Esta é a homenagem e o agradecimento

 que presto a tão grande homem.

Seu filho

Rogério Martins Simões

Sábado, 9 de Janeiro de 2010

Maria de Lurdes Simões e Bernardino de Almeida

 

Maria de Lurdes Simões e Bernardino de Almeida

 

 

 

Maria de Lurdes Simões e Bernardino de Almeida. A madrinha e tia do meu pai:
 
 
“A pedido da minha avó (Maria Fernanda Simões de Almeida Rodrigues) envio a fotografia dos meus bisavós,
Maria de Lurdes Simões e Bernardino de Almeida.
Cumprimentos
Inês Victor”
 
Desde menino que oiço contar ao meu pai, José Augusto Simões, histórias de vida, exemplos de solidariedade e de amor que caíram em desuso.
Como já aqui foi escrito pela pena do meu pai e pela minha, meu pai ficou órfão de pai e mãe com 14 anos de idade.
Foi já em Lisboa que teve conhecimento da morte e do funeral de sua mãe, e minha avó, a Ti- Mariquitas, Maria da Ascenção Ramos.
Meu pai, após a morte do meu avô António Simões, veio viver para Lisboa, para a casa da minha tia-avó, sua tia e madrinha, e irmã do meu avô, Maria de Lurdes Simões, casada com Bernardino de Almeida, que residiam no Pátio do Carrasco 19 – 2º Direito. Foi o seu tio Bernardino quem arranjou emprego para o meu pai.
Sempre escutei palavras de muito apreço, de muita ternura, de muito amor quando se referia à sua madrinha, a tia Lurdes Simões. Recordo-me de visitar a casa no Pátio do Carrasco, era muito menino e sempre fui bem recebido.
Mas há um facto que nunca esqueço: meu pai sempre me disse que a sua madrinha era muito bonita. Hoje tenho o prazer de vos dar a conhecer a minha tia-avó, MARIA DE LURDES SIMÕES e o meu tio-avô BERNARDINO DE ALMEIDA.
Quero agradecer à minha prima, e prima direita do meu pai, Maria Fernanda Simões de Almeida Rodrigues, ter mandado a fotografia da madrinha do meu pai.
Vejam como era bonita!
Prima, bem-haja por este momento de partilha e de felicidade para o meu pai com os seus lúcidos 87 anos.
Beijos,
Rogério Martins Simões 
 
 
Francisco Simões, o meu avô, que casou na Póvoa com Emília de Jesus Antunes, a minha avó paterna os quais tiveram 7 filhos. Tanto o meu pai como mais 5 tios nasceram na Pampilhosa da Serra:
1.     António Antunes Simões (meu pai);
2.     Aires Augusto Simões;
3.     Albano Antunes Simões;
4.     Maria da Piedade Simões
5.     Maria de Lurdes Simões (a minha madrinha);
6.     Maria da Solidade Simões;
7.     Maria Lusitânia Simões que nasceu na Póvoa;
Autor, José Augusto Simões

 

 

publicado por poetaromasi às 20:18
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Todos os poemas escritos e publicados neste blog

da autoria de Rogério Martins Simões,

ou sob pseudónimo, ROMASI,

estão devidamente protegidos pelos direitos de autor.

(Registados no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)






Memórias e poesia de um Beirão

nascido em Maio de 1922.

.Poesia e muita sabedoria de um poeta serrano com 91 anos



Obrigado pela visita ao blog do meu pai,

homem notável, impedido de estudar

por ter ficado órfão de pai e mãe aos 14 anos.

A sua memória é notável

sabe de tudo

é uma casa cheia!

Viva a poesia.

e se a vida não nos conhecer

porque nos esqueceu,

lembremos à vida que existimos e vivemos.

Obriga meu querido pai

por me ter ensinado

a escrever poesia

Seu filho, vosso filho

Rogério Martins Simões



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