DEDICATÓRIA

 

Um Povo só é grande quando tem história.

A Póvoa tem uma bonita história:

a riqueza e a pureza do seu povo.

Este foi o blog que construí para divulgar a tenacidade,

a luta, a inteligência e a honestidade do meu pai.

Graças a Deus ainda está lucidamente activo e vivo!

A sua memória é fantástica.

Amo muito o meu pai e se poeta sou a ele o devo.

José Augusto Simões Faleceu com 94 anos,

nasceu em 20 de Maio de 1922 e faleceu a 17 de Agosto de 2016

Esta é a homenagem e o agradecimento

 que presto a tão grande homem.

Seu filho

Rogério Martins Simões

Sexta-feira, 27 de Abril de 2007

Memórias

 

Memórias

 

Voo nas memórias de meu pai!

Que conta sem conto,

Os contos da nossa aldeia.

 

Era menino!

E certa noite ao luar,

Minha avó,

De nome Maria,

Ensinava meu pai a contar.

 

Pairo nas memórias de meu pai!

Que conta sem conto,

Os contos da nossa aldeia.

 

Era menino!

E todos os dias ao jantar

Contava para mim,

Histórias de fantasia e de encantar:

 

Irmãos éramos três,

Nazaré, Laura e José.

Minha mãe a todos nos fez

De força, coragem e muita fé!

Recupero aqui

As memórias de meu pai

Que hoje conto

Porque me encanta!

 

Era uma vez, na nossa aldeia,

Na Póvoa ao fundo do lugar,

Minha avó que era uma santa,

Ensinava meu a pai a rezar.

 

Ave-maria.

 

 

Rogério Simões

30/9/98

À minha avó, Maria da Ascenção Ramos

sinto-me: 1998
publicado por poetaromasi às 00:48
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Todos os poemas escritos e publicados neste blog

da autoria de Rogério Martins Simões,

ou sob pseudónimo, ROMASI,

estão devidamente protegidos pelos direitos de autor.

(Registados no Ministério da Cultura

- Inspecção-Geral das Actividades Culturais I.G.A.C. –

Processo n.º 2079/09)






Memórias e poesia de um Beirão

nascido em Maio de 1922.

.Poesia e muita sabedoria de um poeta serrano com 91 anos



Obrigado pela visita ao blog do meu pai,

homem notável, impedido de estudar

por ter ficado órfão de pai e mãe aos 14 anos.

A sua memória é notável

sabe de tudo

é uma casa cheia!

Viva a poesia.

e se a vida não nos conhecer

porque nos esqueceu,

lembremos à vida que existimos e vivemos.

Obriga meu querido pai

por me ter ensinado

a escrever poesia

Seu filho, vosso filho

Rogério Martins Simões



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